quarta-feira, agosto 20, 2003

Faixa de Gaze II
Afinal parece que foi coisa pouca, pelo que se lê no site da TSF:
"Ainda não há informações relativamente à gravidade dos ferimentos dos quatro passageiros do autocarro acidentado na Praça da Liberdade, no Porto.
O autocarro vinha do Largo dos Loios descendo em direcção à Praça da Liberdade, quando o acidente ocorreu. Supõe-se, no momento, que por um qualquer problema mecânico acabou por despistar-se subindo um dos passeios da Praça da Liberdade em frente ao Banco Comercial Português, atingindo várias pessoas provocando os quatro feridos.
Em cerca de meia hora as equipas médicas chegaram ao local e retiram os feridos provocados pelo acidente.
Segundo uma testemunha o autocarro vinha devagar já que ia estacionar naquela paragem onde estavam muitas pessoas que apercebendo-se do barulho conseguiram fugir."

Já estou mesmo a ver o filme: o autocarro a 20 km/h, desgovernado, a chiar por todos os lados, já metade no passeio. Faúlhas a sair dos choques com a parede, toda a gente a fugir... ou melhor quase... faltavam 4 velhinhas, todas de canadianas, que se arrastavam o mais depressa que podiam até que o autocarro, uns segundos antes de se imobilizar por completo (ia a 5 km/h), bate nas senhoras, projectando-as violentamente para o chão provocando-lhes fracturas múltiplas nas zonas de menor densiometria óssea (vulgo curuncho dos óssos).
Sendo o acidente mesmo no centro do porto a princípio não compreendí como demorou meia hora para chegar a ambulância, até que se fez luz: primeiro veio um médico a pé desde o hospital de Stº António, que demorou 5 minutos a chegar. Avaliou o estado das senhoras, foi tomar um café, aproveitou para ir ao banco e de volta à paragem de autocarro telefonou à ambulância, que demorou 2 minutos a ir ao local, recolher as velhinhas e a regressar ao hospital.
E assim se deslinda mais um caso complicado. Quanto à razão do autocarro se ter despistado... bem eu já prometí ao presidente dos STCP que ia parar de beber tanto ao almoço.

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