terça-feira, setembro 23, 2003

As verdades escondidas
Por várias vezes na história da humanidade abriram-se fabulosas portas de conhecimento que logo depois, por intervenção de facções reaccionárias da sociedade, foram fechadas para sempre.
Há coisas que vemos do passado e que nos deixam com uma dúvida: "Como é que foi possível?"
Vejam-se então aquilo a que eu chamo: "As grandes verdades escondidas!"

Considerem, em primeiro lugar, as construções Maias e Egípcias. Dada a tecnologia existente, seria practicamente impossível construir tamanhos colossos. E qual foi o segredo? Muita areia tem sido atirada para os olhos das pessoas, desde histórias fabulosas sobre um deus alado até á utilização de tecnologia extra-terrestre. Mas a resposta é simples e vou aqui revelá-la, sujeitando-me à revolta da seita Australiana de aborígenes (por lapso editorial ainda aqui não foi publicado nenhum post a denegrir estas imbecís criaturas que são os aborígenes, facto pelo qual pedimos desde já desculpa!) devota ao deus Hailag, supremo soberano do segredo das pirâmides e portador da maldição das 34 virgens: foi com escravatura! A esta hora os puritanos esquerdófilos deitam as mãos à cabeça, imaginando todas aquelas vergastadas tão mal empregues sem a conotação Sado-Maso que tanto lhes agrada, mas não há como escapar-lhe: a vergastada, quando aplicada com o propósito, pode ser a cura para muitos dos males da sociedade, e as pirâmides estao aí para o provar - Vergastadas já para aumentar a produtividade nacional!

Por último, outra grande verdade abafada, desta feita pelo movimento feminista de meados de século XVIII, foi a da verdadeira teoria da reprodução. Como é possível que todos os dias biliões de pessoas aceitem cegamente que os novos serem humanos nascem da junção de um espermatozíde e de um óvulo? Como é possível que sejam cegos face à verdade? E qual é a verdade? Não existe espermatozóide! Não existe óvulo! A verdade encontra-se também ela algures no passado, com o nome de "teoria dos homúnculos". Esta teoria afirma que pequenas pessoas em miniatura saem já pré-formadas dos testiculos dos homens para irem crescer para o ventre da mulher, tal qual bolsa marsupial. É tão obvia a verdade desta afirmação, que acaba de uma vez com essa relação pedófila primordial que são as partilhas genéticas in utero, acabando também com a necessidade da mulher para a incubação. De facto, pesquisadores mórmones chegaram à conclusão que uma esguichadela de homúnculos para dentro de uns cobertores húmidos, aquecidos à temperatura de 37 graus e constantemente regados de soro fisiológico durante os 9 meses tem o mesmo resultado que a chamada incubação à base de fêmea. O Dr. Hélder, afirma:" Todos os mórmones são assim criados, conseguem-nos distinguir porque não temos umbigo. Sendo incubados nos cobertores, nascemos sem as mazelas associadas ao parto, como o crescimento do cordão umbilical e a deformação na fronte pelo uso do fórceps. As nossas mulheres são também mais saudáveis e boas porque não sofrem a deformação pós-parto a que as mulheres parideiras ficam sujeitas".
"Nunca mais, nada maior que uma bola de râguebi transporá os labiae majori de uma mórmon", já dizem as nossas velhas escrituras!

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